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terça-feira, 25 de novembro de 2014

O QUE SIGNIFICA A PALAVRA “SELÁ” ENCONTRADA NOS SALMOS?





          No livro dos salmos encontramos uma palavrinha que vem entre colchetes ou parênteses, a palavra é “selá”. Gostaria de saber o que essa palavra significa e por que ela não é lida nas igrejas quando são feitas as leituras dos salmos?

          De fato, a palavra selá é encontrada setenta e uma vezes nos salmos e também em Habacuque 3.9,13. São poucas as explicações encontradas para essa palavra.

          O dicionário John Davis diz o seguinte:

“SELÁ” - Elevação - Palavra que se encontra setenta e uma vezes nos salmos e também em Hc 3.9,13. Stainer oferece seis opiniões distintas quanto ao sentido:

a) pausa;
b) repetição semelhante a da capo;
c) final de uma estrofe;
d) toque com força (fortíssimo);
e) curvatura do corpo em sinal de obediência; e
f) repetição da sinfonia (ritornello). Provavelmente significa uma pausa da orquestra ou mudança de piano para forte.”

          Por sua vez, o Dicionário Bíblico Wycliffe traz a sucinta explicação:

“SELÁ. Uma anotação musical (Heb. Sela). Encontrada principalmente nos Salmos, denotando uma pausa proposital no cântico dos Salmos, ou acompanhamento instrumental.”

          A razão para que esta palavra não seja lida, durante as leituras dos salmos, é que ela é apenas um termo usado para orientar, servia apenas de orientação. É claro que hoje ninguém se orienta por este termo, até porque muitos o desconhecem. Algumas versões da Bíblia retiraram o termo "selá" dos salmos. Acho que importante que seja mantido, porém não deve ser lido.

Fontes:DAVIS. John D., Dicionário da Bíblia. 22 Ed. Rio de Janeiro: HAGNOS/JUERP. 2000. p. 548.
PFEIFFER. Charles F., HOWARD. F. Vos, REA. John, Dicionário Bíblico Wycliffe. Rio de Janeiro: CPAD. 2006. p. 1786.
http://pastorgilsonsoares.blogspot.com.br/2012/06/o-que-significa-palavra-sela-nos-salmos.html

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

OS MANUNSCRITOS DO MAR MORTO - CAVERNAS DE QUMRAN



“A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices [...] são mais desejáveis do que ouro, [...] em os guardar há grande recompensa [...] Para mim vale mais a lei que procede de tua boca do que milhares de ouro ou de prata” (Salmo 19.7,10-11; Salmo 119.72). 




          Muhammad estava agitado e inquieto. Sua cabra travessa tinha sumido. Ao vaguear sem rumo longe de seu rebanho e de seus amigos, o beduíno chegou a uma caverna que ficava em posição elevada e dava frente para a costa noroeste do Mar Morto. Por pensar que o animal desgarrado tivesse se perdido dentro da caverna, o beduíno começou a jogar pedras pela entrada da gruta a fim de fazê-lo sair lá de dentro. Quando ele ouviu o ruído das pedras que batiam em peças de cerâmica, ficou intrigado. Será que lá dentro da caverna poderia haver um tesouro escondido? Com toda a empolgação, ele correu até a entrada da caverna, porém, no interior dela não encontrou ouro, nem prata, apenas jarros grandes e antigos ao longo das paredes, os quais continham rolos de pergaminhos despedaçados. Ele pensou: “pelo menos os pergaminhos de couro vão servir para fazer correias e tiras de sandálias”. Lamentavelmente, Muhammad não conseguiu perceber a real importância daquele momento. A teimosia de sua cabra o levara àquela que pode ser considerada, nos tempos modernos, a maior descoberta de manuscritos: uma incalculável reserva entesourada da Palavra escrita – os Manuscritos do Mar Morto.



          Beduínos não marcam o tempo como os ocidentais, mas assemelham-se aos seus antepassados; sua concepção de tempo e momento está relacionada com outros acontecimentos. Assim, não se pode datar essa descoberta com precisão. Após uma revisão, a nova data para a descoberta do primeiro rolo de manuscritos é a de 1935 ou 1936. A partir de então até o ano de 1956, muitos outros manuscritos foram achados. Acredita-se que esses manuscritos sejam de datas diferentes, as quais variam do século III a.C. até o século I d.C. A maior parte deles foi descoberta em cavernas de formação calcária em Qumran, situadas exatamente a noroeste do Mar Morto. A maioria dos pergaminhos é escrita em hebraico; o restante deles é escrito em aramaico e grego. Foram achados mais de 900 documentos, que correspondem a 350 obras distintas em suas múltiplas cópias. Muitos dos escritos bíblicos e extrabíblicos estão representados em pequeníssimos fragmentos. Só em uma caverna foram encontrados 520 textos, na forma de 15 mil fragmentos. Como se pode imaginar, juntar todos esses pedaços de pergaminho na sua respectiva posição para que se faça a tradução tem se constituído numa tarefa gigantesca.



          A descoberta dos Manuscritos do Mar Morto confirma aquilo que as pessoas que crêem na Bíblia sempre souberam, ou seja, que a Bíblia, tal qual a temos na atualidade, é um texto que passa nos testes de fidedignidade. Apesar dos ataques contra a Bíblia, a Palavra de Deus permanece para sempre: “O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam” (2 Samuel 22.31).

            Sempre houve pessoas que questionaram a confiabilidade das Escrituras. Uma vez que o texto foi copiado e re-copiado ao longo dos séculos, os críticos alegam que é impossível saber-se com certeza o que os escritores bíblicos escreveram ou queriam dizer originalmente. Os Manuscritos do Mar Morto invalidam tal hipótese ou suposição no que se refere ao Antigo Testamento. Foram achadas entre 223 e 233 cópias das Escrituras Hebraicas, as quais foram comparadas com o texto atual. O único livro do Antigo Testamento que não foi encontrado nessa descoberta é o livro de Ester. É possível que ele esteja oculto numa caverna ainda não identificada de algum lugar isolado.

            Antes dessa descoberta, os manuscritos mais antigos das Escrituras Hebraicas datavam do século IX d.C. ao século XI d.C. Tais manuscritos constituem aquele que é chamado de Texto Massorético, termo este originado da palavra hebraica masorah que significa “tradição”. Os escribas judeus de Tiberíades, denominados massoretas, procuraram meticulosamente padronizar o texto hebraico e sua pronúncia; a obra que realizaram ainda é considerada uma referência confiável nos dias de hoje. Os manuscritos de Qumran são, no mínimo, mil anos mais antigos que o Texto Massorético. Na realidade, esses manuscritos são até mesmo mais antigos que a Septuaginta, uma tradução grega do Antigo Testamento elaborada no Egito durante o período de 300 a 200 a.C.

           Comparações minuciosas têm sido feitas entre o Texto Massorético e os Manuscritos do Mar Morto. Encontraram-se diferenças insignificantes de ortografia e gramática. Os críticos e céticos em relação à Bíblia ficaram surpresos quanto à maneira pela qual o texto daqueles manuscritos se assemelha ao texto atual. Eles não encontraram nenhuma objeção evidente às principais doutrinas das Escrituras Sagradas. A parte bíblica da literatura descoberta em Qumran confirma o estilo de expressão verbal e o significado do Antigo Testamento que temos em nossas mãos na atualidade: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (João 5.39).




           Além das cópias das Escrituras do Antigo Testamento, as cavernas do Mar Morto também nos proporcionaram outras obras escritas. Esses documentos descrevem o estilo de vida e as crenças da misteriosa comunidade que viveu na região de Qumran. Embora não sejam escritos bíblicos, são registros valiosos que possibilitam a compreensão do contexto de vida e da cultura na época do Novo Testamento. Infelizmente os estudiosos dão mais atenção a essas obras de menor relevância do que às Escrituras, ainda que os textos bíblicos sejam mais importantes para os problemas da vida, pois o legítimo plano de Deus para a redenção da humanidade só se encontra no texto da Bíblia.

Uma Exatidão Maravilhosa



           O Manuscrito do Livro [i.e., rolo] de Isaías encontrado na caverna 1 da região de Qumran oferece um sensacional exemplo da transmissão exata do texto na tradução. Acredita-se que esse extraordinário manuscrito date de cem anos antes do nascimento de Jesus Cristo. Foi um manuscrito semelhante a esse que Jesus utilizou na sinagoga da aldeia de Nazaré, quando leu a seguinte passagem das Escrituras: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres” (Lucas 4.18; Isaías 61.1). Ele continuou a leitura até determinado ponto. Em seguida, devolveu o livro [i.e., rolo] ao assistente da sinagoga e se sentou. Enquanto todos tinham os olhos fitos em Jesus, Ele declarou que aquela porção das Escrituras acabara de se cumprir diante dos ouvintes. Dessa forma, Jesus afirmou claramente ser Ele mesmo o Messias de Deus, vindo ao mundo para conceder a salvação a todo aquele que O receber.

           A mesma passagem bíblica traduzida diretamente a partir do Manuscrito do Livro de Isaías descoberto em Qumran (o qual é cerca de mil anos mais antigo do que o manuscrito hebraico [i.e., o Texto Massorético] no qual se basearam as outras traduções), é praticamente idêntica: “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque YHVH [N. do T., o tetragrama sagrado em hebraico que se refere ao nome supremo de Deus: Yahveh ou Javé] me ungiu para pregar as boas novas aos quebrantados”. A integridade da reivindicação de Cristo, conforme está escrita em nossas Bíblias, se confirma.

          É fascinante que os manuscritos achados com mais frequência em Qumran, sejam completos, sejam na forma de pequenos fragmentos, referem-se aos mesmos livros da Bíblia geralmente citados no Novo Testamento: Deuteronômio, Isaías e Salmos. Tal fato desperta um interesse ainda maior à luz das próprias palavras de Jesus concernentes às Escrituras Hebraicas:




“A seguir, Jesus lhes disse: São estas as palavras que eu vos falei, estando ainda convosco: importava se cumprisse tudo o que de mim está escrito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos” (Lucas 24.44).
 
         Muitos outros exemplos poderiam ser citados. O fato principal acerca da Bíblia e desses rolos de manuscritos resume-se naquilo que um grande expositor das Escrituras, o inglês G. Campbell Morgan (1863-1945), certa feita compartilhou: “Não existe vida nas Escrituras em si mesmas, porém, se seguirmos a direção para onde as Escrituras nos levam, elas nos conduzirão até Ele e assim encontraremos a vida, não nas Escrituras, mas nEle através delas”.




“Seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Is 40.8).




            Infindáveis argumentações e debates têm surgido acerca desses manuscritos. Contudo, os crentes em Cristo podem estar certos de que tais manuscritos bíblicos antigos ratificam, apoiam e dão credibilidade à Bíblia que temos nos dias de hoje. A Palavra de Deus continua a ser a única fonte legítima da fé e da doutrina para todo aquele que busca recompensa eterna.




“São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos. Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar, há grande recompensa” (Salmo 19.10-11).




          Sendo assim, pobre Muhammad! Ele tinha esperança de encontrar os tesouros deste mundo, mas achou apenas pergaminhos despedaçados que só prestavam para fazer correias de sandálias! Lamentavelmente o lucro deste mundo é uma prioridade que absorve a pessoa completamente. O mundo considera as Escrituras Sagradas como algo sem valor; ou com alguma utilidade, de vez em quando, para serem citadas como “palavras da boca pra fora”, mas nunca para serem aceitas pela fé e praticadas. Todavia, nós, os salvos em Cristo, temos um conhecimento mais apurado. Temos conhecimento suficiente para não desprezar o tesouro verdadeiro e incalculável que só pode ser descoberto quando se faz uma escavação no solo da Palavra de Deus:

“E, se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a voz, se buscares a sabedoria como a prata e como a tesouros escondidos a procurares, então, entenderás o temor do Senhor e acharás o conhecimento de Deus” (Provérbios 2.3-5).

Manuscritos encontrados:

     Os mais importantes dentre os manuscritos são:

  • Um rolo do livro de Isaías, em excelente estado de conservação, com cerca de duas mil variantes do texto aceito pela exegese hebraica;
  • Uma paráfrase livre, em aramaico, do Gênesis;
  • Uma tradução aramaica do livro de Jó, com apenas 38 colunas parcialmente conservadas;
  • 13 manuscritos com textos dos profetas e salmos, incluindo referências históricas à vida da comunidade;

Vários livros apócrifos judaicos, como:

  • O Livro dos jubileus;
  • O Livro de Enoc;
  • Os Testamentos de Levi e Neftali, com a tradução em hebraico ou aramaico de obras até então só conhecidas em traduções gregas ou etíopes;
  • A Regra da comunidade ou Manual de disciplina, da qual está completo um manuscrito que mistura doutrina teológica com prescrições práticas;
  • A Regra da congregação, que determina especialmente a precedência entre o Messias sacerdotal e o Messias militar e político; e
  • A guerra dos filhos da luz contra os filhos da treva, que prevê o massacre de todos os pagãos e judeus estranhos à comunidade.

 
 
Fonte: Peter Colón - Israel My Glory - http://www.beth-shalom.com.br
 

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

O QUE SIGNIFICA "YESHUA"


O que é Yeshua:

Yeshua é um termo de raiz hebraica que significa “salvar” ou "salvação". É considerado por alguns estudiosos como o nome original de Jesus Cristo escrito em hebraico. Porém é um tema em discussão, visto que a língua falada na terra onde Jesus habitava era o aramaico.

Alguns religiosos consideram que usar o nome original "Yeshua" para se referir a Jesus seria o correto. No entanto, os estudos sobre a etimologia do termo e sua evolução desde o hebraico mostram como ocorreram as alterações do nome próprio.

Na verdade, Yeshua é uma forma abreviada de Yehoshua, nome hebraico que foi traduzido para o Português como Josué. "Yeoshua" significa "o Eterno salva". Em uma determinada narrativa bíblica, a figura de Josué surge como o sucessor de Moisés na missão de conduzir o povo de Israel para a terra de Canaã.

O nome que se refere a Jesus, o Salvador, aparece escrito na Bíblia ora como Yeshua, ora como Yehoshua. Nas traduções do Antigo Testamento da Bíblia para o Grego, foi então feita a transliteração dos nomes “Yeshua” e “Yehoshua” para o nome único “Iesous”, que foi transliterado para o Latim como "Iesus" e para o Português como "Jesus".

A expressão Yeshua Hamashia é uma expressão em aramaico que significa Jesus Cristo, o Messias.

Existem várias músicas da autoria de vários artistas e bandas que são dedicadas a Jesus e contêm a palavra Yeshua.

Fonte: http://www.significados.com.br/yeshua/

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Holandês implanta chips nas mãos para poder armazenar bitcoins

Martijn Wismeijer no momento em que colocou implante na mão (Foto: Reprodução/Mr Bitcoin/YouTube)

O empresário holandês Martijn Wismeijer, especializado em bitcoins, decidiu implantar dois chips nas mãos para armazenar esta moeda virtual.

Os chips, protegidos por estruturas de vidro "biocompatíveis", medem 12 mm x 2 mm, e foram injetados com seringas por um especialista. Ele publicou um vídeo que mostra como foi o procedimento.
 

Os chips são dotados de sistema NFC, que permite trocar dados entre dispositivos sem a necessidade de que sejam tocados diretamente e podem armazenar, cada um, até 888 bits de informação.

Martijn Wismeijer pôs o implante em 3 de novembro, juntamente com outras pessoas, mas diante da publicidade que seu caso teve, decidiu retirar a quantidade de bitcoins dos chips.

"O objetivo não era que todo mundo soubesse", disse, brincando, à AFP.
Martijn Wismeijer mostrou chip que ele implantou na mão (Foto: Reprodução/@twiet/Twitter)

"Quisemos fazer esta experiência para avançar na ideia de porta-níquel virtual", explicou Wismeijer, co-fundador da empresa MrBitcoin, especializada em distribuidores de moedas virtuais.

Os chips implantados conseguem se comunicar entre si através de smartphones equipados com sistema Android.

"O que se armazena nos chips tem que ser considerado uma caderneta de poupança", afirmou. "O terminal de pagamento continua sendo o telefone, mas é possível transferir bitcoins a partir dos chips", assegurou.

As seringas e os chips podem ser comprados pela internet por US$ 99 na empresa "Dangerous Things".

"Desaconselhamos implantar você mesmo, é melhor chamar um especialista para evitar as infecções", disse Wismeijer.

Além de armazenar bitcoins, estes chips podem abrir portas, sem precisar usar chaves, desligar um despertador aproximando as mãos ou desbloquear aparelhos eletrônicos.

Segundo Wismeijer, cerca de 1,5 mil pessoas no mundo usam chips deste tipo no corpo. Ele garante que também poderiam ser usados no campo da saúde.

"Imagine uma tatuagem invisível que ficasse vermelha em caso de ataque cardíaco. Só faltaria escaneá-la com o telefone e, assim, o médico saberia o que houve imediatamente", afirmou.

Fonte: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/11/holandes-implanta-chips-nas-maos-para-poder-armazenar-bitcoins.html

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Acidente aéreo mata Pastor Myles Munroe e esposa


          Escritor, palestrante conhecido mundialmente e líder da “Bahamas Faith Ministries International“, maior congregação cristã das Bahamas, o pastor Myles Munroe morreu em um acidente de avião em Grand Bahama na tarde desse domingo 09/11/2014. A informação é do jornal “The Bahamas Tribune”. A esposa de Munroe, Ruth, além de outros sete passageiros, também morreram na queda. Há suspeita de que a filha do pastor também estaria no voo.

          O grupo estava a caminho do Fórum de Liderança Global, organizado por Munroe. Segundo o Ministério do Transporte e da Aviação, a aeronave deixou o Aeroporto Internacional de Lynden Pindling com destino a Grand Bahama por volta das 16h e caiu cerca de uma hora depois, quando tentava pousar em Freeport. Segundo as autoridades, o avião foi completamente destruído.


          Apesar da confirmação da morte de Munroe e de sua esposa e filha pelo “The Bahamas Tribune”, as identidades das vítimas ainda não foram oficialmente reveladas e a causa do acidente ainda é desconhecida.

          Autor e co-autor de mais de 100 livros e ganhador de vários prêmios por suas contribuições espirituais e sociais para o desenvolvimento das Bahamas e de outros países, Myles Munroe deixa um filho, Myles Jr.


          Dr. Munroe já esteve algumas vezes no Brasil, onde tinha relacionamento com Robson Rodovalho, da Sara Nossa Terra, e Silas Malafaia. A última foi um julho deste ano, na Conferência Global, congresso anual organizado pela Comunidade das Nações sob o comando do bispo JB Carvalho. Vários de seus livros e DVDs estão disponíveis no país.  Defensor da teologia da prosperidade, ele era especialista na área de liderança, tendo escrito vários livros sobre o assunto.

          Várias manifestações nas redes sociais mostram que Munroe tinha admiradores no Brasil. O pastor Malafaia manifestou-se em sua conta do Twitter. O Ministério de Fé das Bahamas publicou uma nota oficial, afirmando que o evento prosseguirá, pois era isso que o seu fundador gostaria. Também pediu orações pelo futuro do ministério.


Fonte: http://redesuper.com.br/fique-por-dentro/acidente-aereo-mata-pastor-myles-munroe-esposa-e-filha/