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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

MENSAGEM DE FINAL DE ANO


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 Provérbios 16:3 

“Consagre ao Senhor tudo o que você faz, e os seus planos serão bem-sucedidos.”


Mais um ano está começando e o início de um ano normalmente vem acompanhado de lembranças, do que fizemos ou deixamos de fazer no ano que passou. Lembramos dos momentos tristes, das dificuldades que passamos. É comum também, nestes dias onde começamos uma nova etapa de nossas vidas, fazermos planos e traçarmos metas para serem conquistadas nos próximos 365 dias. Pensamos nas derrotas e nos fracassos que  enfrentamos no ano que passou e dizemos com toda confiança:

- Neste ano vai ser diferente!
- Este ano eu vou conseguir!

Mas nem sempre é assim. Muitas vezes, diante de momentos difíceis, temos dificuldades de encarar novos desafios e seguir em frente.

Vamos falar neste pequeno artigo, sobre como mudar o quadro de nossas vidas.

Lucas 5 :11 - fala sobre a pesca milagrosa que Pedro e os outros discípulos de Jesus fizeram após trabalharem a  noite toda e nada apanharem. Jesus disse a Pedro que lançasse novamente as redes e elas ficaram tão cheias de peixe que quase arrebentaram!

Como era a situação destes homens?

- Após trabalharem a noite toda, não pescaram um peixe sequer. O resultado disso com certeza foi:

- Desânimo
- Tristeza
- Cansaço
- Desilusão

Ficamos assim muitas vezes, após experimentarmos algum fracasso ou derrota em nossas vidas. A primeira reação é desanimar, depois passamos a questionar a situação; e então simplesmente deixamos de acreditar que pode haver mudanças.
Mas Jesus veio para mudar este quadro e nos dar nova esperança!

Passos para mudar o quadro de nossas vidas:

1º - Semear no Reino de Deus – Pv 16:3 – Os discípulos ofertaram ao Senhor o que eles tinham de mais precioso naquele momento. O barco de Pedro e André foi usado por Jesus como um instrumento para que a Palavra de Deus fosse pregada aos sedentos naquela manhã.

Se quisermos ser bem-sucedidos na vida, precisamos primeiro pensar no Reino de Deus. O que podemos fazer pelo Reino? Em que posso ser útil à Igreja? – Jesus disse: Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça, e todas as demais coisas (ou seja tudo o que você precisa) lhe será acrescentada.

Nota importante: Os barcos não tinham servido para pescar peixes, mas foi um instrumento nas mãos de Deus para pescar homens. Quantas vezes pensamos que o que temos não é importante, mas quando consagramos a Deus, se transforma em algo útil e importante.

2º - Ouvir o comando de Deus – Pv 16:1 – “Ao homem pertencem os planos do coração, mas do Senhor vem a resposta da língua.” – Os discípulos tinham experiência na arte da pesca, e diante de uma noite de fracassos, poderiam talvez pensar: - Não adianta voltar ao mar, pois sabemos bem que não vai dar em nada. – Mas eles preferiram ouvir o comando de Deus e o resultado foi um quadro totalmente diferente.

O que muitas vezes impedem as pessoas de tentarem novamente, é que se baseiam em experiências anteriores e se esquecem que o nosso Deus é um Deus de coisas novas!

3º - Obedecer a Deus – Pv 16:9 – “ Em seu coração o homem planeja o seu caminho, mas o Senhor determina os seus passos” – Pedro disse: ...mas porque és tu quem está dizendo isto, vou lançar as redes.”
Obedecer a Deus ou não, é o que vai determinar se seremos vitoriosos diante de nossos desafios. Toda a experiência como pescadores havia sido inútil para aqueles homens, mas quando lançaram as redes em obediência as palavras de Jesus, tudo mudou. Quantas vezes também lutamos com nossas forças e não alcançamos vitória, queremos fazer do nosso jeito e sofremos derrota a pós derrota. Mas quando ouvimos e obedecemos a palavra de Deus, asossas chances saltam de quase zero para 100% em segundos!

4º - Ser canal de bênçãos para os outros – Pv 3:27,28 – “Quando lhe for possível, não deixe de fazer o bem a quem dele precisa. Não diga ao seu próximo: “volte amanhã e eu lhe darei algo”, se pode ajuda-lo hoje.”Quando Deus nos abençoa, Ele deseja que outras pessoas desfrutem de nossas vitórias. Não apenas Pedro e André foram presenteados com uma grande pescaria, mas até os outros pescadores tiveram participação na benção.
Precisamos aprender a dividir as dádivas de Deus com as outras pessoas. Quando nos colocamos na presença de Deus para sermos usados como canal de bênçãos; Deus nos abençoa ainda mais.

A Bíblia nos diz que é Deus quem dá as sementes para semearmos, portanto, quanto mais semearmos na vida de outras pessoas, mais sementes o Senhor nos dará

Também encontramos na história de Jó, que quando Jó orou por seus amigos, Deus mudou a sorte de Jó dando-lhe o dobro do que tinha antes.


ACREDITE! DEUS PODE FAZER ESTE ANO MELHOR!
ACREDITE! DEUS PODE MUDAR O QUADRO DA TUA VIDA!

Fonte: http://blogdoprvaldir.blogspot.com.br/2011/01/mensagem-para-o-ano-novo.html

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

FÉ COMO UM GRÃO DE MOSTARDA

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Muitos não entendem o que Jesus quis dizer quando falou sobre ter fé como grão de mostarda; saem por aí dizendo que se você tivesse um “grãozinho” de fé já veria milagres acontecendo, e que se você não está experimentando nada, é porque não tem fé nenhuma. Mas o Mestre não seria incoerente, afirmando em um momento que uma pequenina fé como um grão de mostarda resolve tudo, para logo a seguir repreender seus discípulos por terem uma fé pequena. De modo algum! 

Então, o quê, de fato, Jesus estava ensinando? Vejamos o texto em que se encontra o registro destas suas palavras:

“Disseram então os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé. Respondeu o Senhor: Se tivésseis fé como um grão de mostarda, diríeis a esta amoreira: Desarraiga-te, e planta-te no mar; e ela vos obedeceria.” – (Lucas 17.5,6)

Tudo começou com um pedido dos apóstolos por uma fé maior. O interesse deles é pela questão do crescimento da fé. Jesus havia ensinado algo sobre a prática do perdão que lhes parecia impossível de se viver; então, como que dizendo que o nível de fé deles não alcançava este ensino, pedem mais fé para poder perdoar como o Senhor quer. E é exatamente nesta hora e contexto que Jesus lhes responde: 

“Se tiverdes fé como um grão de mostarda”… 

Repare que Ele não disse fé “do TAMANHO”, mas falou claramente: “COMO” (apesar de a NVI ter erroneamente traduzido este versículo desta forma). Na verdade o Senhor ensinava sobre a semelhança entre a fé e uma semente e não sobre o tamanho da fé.

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E que semelhança pode haver entre um e outro? Enxergue o paralelo que Jesus estabeleceu: os discípulos estão olhando para sua própria fé e vendo-a tão pequenina que não alcança o nível do ensino do Mestre; então reconhecem que sua pequena fé precisa crescer. Mas como fazer crescer a fé? Pedem a Jesus que faça sua fé aumentar, só que Ele não faz nada pela fé deles; Ele simplesmente ensina-os que a responsabilidade de aumentar a fé não era de Deus, mas deles mesmo! E então ensina-os como faze-lo: usando a lei de semeadura e ceifa.

Se você tem um grão de mostarda, mas reconhece que ele não é suficiente para o que você precisa, e quer aumentar seu estoque de mostarda, o que deve fazer? Plantar para que possa colher mais. Toda semente plantada se multiplica; e se o plantio for se repetindo, a mostarda irá multiplicando-se! Assim é com a fé. Não importa se o que você tem é pouco, você pode aumentar, fazer crescer sua fé. Não adianta orar para que Cristo o faça, pois Ele não vai fazer; já não fez pelos apóstolos para ensinar que é responsabilidade nossa, e não fará por nós. Há orações que Deus jamais responderá, uma vez que já tenha dado toda instrução em sua Palavra para resolvermos o problema.

Para que nossa fé cresça, temos que SEMEÁ-LA. E a forma pela qual se semeia a fé é mediante seu exercício; quando usamos a fé que temos em uma necessidade específica, e vemos a intervenção de Deus, colhemos mais fé. Pois à medida que a usamos, e vemos os resultados, ela se fortalece e assim vai crescendo até que possa chegar ao ponto de transportar não somente amoreiras, como também montes!

Precisamos aprender a fazer crescer a nossa fé. Como diz a Escritura: “a justiça de Deus se revela de fé em fé” (Rm 1.17). Poderíamos exemplificar esta verdade dizendo que a vida de fé é como galgar uma escada, degrau após degrau. Há diferentes níveis de fé e devemos crescer neles. O Senhor Jesus mencionou os diferentes níveis de fé ao elogiar a “grande fé” de alguns (aquele centurião romano que tinha um servo enfermo e também aquela mulher cananéia cuja filha encontrava-se endemoniada) e ao repreender a “pequena fé” de outros, como por exemplo, os próprios discípulos. Deus não quer que sua fé seja sempre pequena, mas que cresça. Há um crescimento na fé; a Bíblia diz que a fé dos tessalonicenses “crescia muitíssimo” (2 Ts 1.3).

Fonte: https://blogdosubira.wordpress.com/curiosidades-biblicas/fe-como-grao-de-mostarda/

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

A HISTÓRIA DA ÁRVORE DE NATAL

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A árvore de natal, um dos principais símbolos natalinos, é mais antiga que o próprio sentido do Natal, Jesus Cristo. Aproximadamente dois milênios antes do nascimento de Cristo, os povos indo-europeus já utilizavam árvores com um fim religioso, pois criam que elas eram uma expressão da energia de fertilidade da Mãe Natureza. 

Algumas tribos pagãs da Alemanha consideravam os carvalhos como árvores santas, por isso realizavam, debaixo dessas árvores, sacrifícios humanos oferecidos ao deus Odin. Uma das histórias diz que São Bonifácio, tentando acabar com esse costume pagão, cortou um carvalho que, quando caiu, fez cair todas as árvores próximas a ele, com exceção de um pequeno pinheiro; fato considerado um milagre, pois o pinheiro simbolizaria o menino Jesus.
 
Quando a árvore de natal tinha um caráter pagão, as pessoas a enfeitava para que, depois da queda das folhas no inverno, os espíritos das árvores voltassem. Da mesma forma, os cristãos passaram a ter o mesmo costume, no entanto, essas decorações possuem um caráter diferente, significa alegria, bondade, amor, bênção de Cristo.  

A partir do século XVI, várias famílias alemãs passaram a decorar seus pinheiros, resultando em um costume que passou por várias gerações. A partir do século XIX a tradição chegou à Inglaterra, França e Estados Unidos. No século XX virou tradição na Espanha e América Latina, virando costume até mesmo em países de clima tropical.

Fonte: http://www.brasilescola.com/natal/arvore-natal.htm