Páginas

sexta-feira, 29 de maio de 2015

מְתוּשָׁלַח - MATUSALÉM


Matusalém, Metusalém ou Metusalah (do hebraico מְתוּשָׁלַח) é uma personagem bíblica do Antigo Testamento, citado em Gênesis 5:21-27. Teria sido filho deEnoque e o avô de Noé.

Matusalém é geralmente conhecido por ser o personagem que teve mais longevidade de toda a Bíblia, tendo vivido por 969 anos, sendo que o ano de sua morte coincidiria com a ocasião do dilúvio, embora isto não seja mencionado expressamente pela Bíblia, sendo apenas um cálculo aritmético considerando que o dilúvio ocorreu quando Noé tinha 600 anos.

De acordo com o Gênesis, todos os patriarcas desde Adão até Noé viveram muito tempo. A tabela abaixo resume dados extraídos do capítulo 5 do Gênesis (a morte de Noé é narrada no capítulo 9).

 FONTE:http://pt.wikipedia.org/wiki/Matusal%C3%A9m

ENOQUE


Enoque – חנוך, Chanoch ou Hanokh – é o nome dado a uma das personagens bíblicas mais peculiares e misteriosas das Escrituras. Nasceu, segundo os escritos judeus, na sétima geração depois de Adão, sendo filho de Jarede, e pai de uma outra personagem, Matusalém.

De acordo com a tradição escrita hebraica denominada Tanakh, relatada em Gênesis, capítulo 5, versos 22-24, Enoque teria sido arrebatado por Deus para que não experimentasse a morte e na certa fosse poupado da ira do dilúvio:

“E andou Enoque com Deus, depois que gerou a Matusalém, trezentos anos, e gerou filhos e filhas. E foram todos os dias de Enoque trezentos e sessenta e cinco anos. E andou Enoque com Deus; e não apareceu mais, porquanto Deus para si o tomou.”

Há dois aspectos extraordinários no relato de Enoque, enfocados nesses versículos, que não foram enfocados em outras gerações: as indicações do texto de que ele “andou com Deus” e o fato que, supostamente, ele não teria morrido, pois “Deus para si o tomou”. Estes relatos foram a origem de muitas fábulas, lendas emidrashim (estudos rabínicos mais aprofundados) de sábios judeus ao longo de séculos. Muitos deles se incomodaram muito pelo fato que Enoque "só" vivera 365 anos, uma curta duração de vida para sua época, de acordo com o livro de Gênesis.

Sobre este personagem bíblico existem também os livros apócrifos pseudoepígrafos: “Livro de Enoque I” e o “Livro de Enoque II, que fazem parte do cânone de alguns grupos religiosos, principalmente dos cristãos da Etiópia”, mas que foram rejeitados pelos cristãos e hebreus, por serem particularmente incômodos para os clérigos do ponto de vista político. Todavia, a epístola de Judas, no Novo Testamento bíblico, faz uma menção expressa ao Livro de Enoque, fazendo uma breve citação nos versos 14 e 15 de seu único capítulo.

De acordo com o relato contido em Gênesis sobre a idade dos patriarcas, Sete e seus filhos ainda viviam quando Enoque foi tomado por Deus, bem como Matusalém e Lameque.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Enoque_%28antepassado_de_No%C3%A9%29

CAIM E ABEL


A história de Caim e Abel está relatada no início da Bíblia, no capítulo quatro do livro de Gênesis. Consta que após serem expulsos do Jardim do Éden, Adão e Eva tiveram seus dois primeiros filhos: Caim e Abel.

“E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu e deu à luz a Caim, e disse: Alcancei do Senhor um homem. E deu à luz mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra” (Gn 4,1:2).

A palavra “conhecer” neste contexto é utilizada para expressar a intimidade sexual, ressaltar os primeiros nascimentos decorrentes da ação divina na criatura humana, a vinda de filhos gerados na esfera da carne de um homem e de uma mulher; sendo que o primeiro casal (Adão e Eva) haviam sido formados diretamente na ação do próprio Deus.

De acordo com as escrituras, naquele tempo, eles praticavam atos de adoração ao Senhor sacrificando parte de suas produções. E toda vez que faziam a oferta ao Senhor, Este agradava das que Abel oferecia e não se agradava das ofertas de Caim. Isso se justifica pelo fato de que Abel oferecia as primícias, ou seja os primeiros e melhores frutos para serem dedicados a Deus, indicando o coração voltado a Ele, colocando o seu Senhor em primeiro lugar. Em seu caso, a melhor ovelha. Enquanto Caim oferecia o que restava da colheita, o que tornou seu ato de ofertar ao Senhor como um ato de formalidade, um ato sem importância. O resultado disso foi que o Senhor agradou da oferta de Abel e não se agradou da oferta de Caim.

Não bastasse colocar o Senhor em segundo plano, a história relata que Caim invejou o irmão, vindo a fazer aquilo que seria o primeiro homicídio: Caim matou Abel. “E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou” (Gn 4:8)

Em seguida, o Senhor fala diretamente a Caim, e o repreende: “E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra. E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue do teu irmão. Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na terra” (Gn 4,10:12).

Em vista disso, Caim admite sua condenação e responde ao Senhor: “Então disse Caim ao Senhor: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada. Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará” (Gn 4, 13:14).

Após relatar esse diálogo, há o relato de que apesar de não aprovar atitude Caim, o Senhor agiu de misericórdia e colocou nele um sinal, para que não fosse ferido de morte por quem o encontrasse. E assim, saiu Caim diante da face do Senhor e morou na terra de Node, do lado oriental do Éden, vindo a ter mulher e filho chamado Enoque e ainda, edificar uma cidade.

Ainda no livro de Gênesis, há um relato sobre a genealogia de Caim, citando os nomes dos descendentes de Enoque, e revelando inclusive que Adão e Eva tiveram mais filhos, entre eles o chamado Sete, pois segundo Eva “Deus me deu outro filho em lugar de Abel; porquanto Caim o matou” (Gn 4:25).

FONTE: http://www.infoescola.com/biblia/caim-e-abel/

ADÃO E EVA


Segundo a Bíblia no Livro de Gênesis e o Alcorão, Adão e Eva foram o primeiro casal criado por Deus.

Adão (do hebraico אדם relacionado tanto a adamá, solo vermelho ou do barro vermelho, quanto a adom, "vermelho", e dam "sangue") é considerado dentro da tradição judaico-cristã e islâmica como o primeiro ser humano, uma nova espécie criada diretamente por Deus. Teria sido criado a partir da terra à imagem e semelhança de Deus para domínio sobre a criação terrestre.

Tal como Adão, Eva, sua mulher, também foi criada diretamente por Deus da costela de Adão. Algumas pessoas consideram que a palavra tsella foi erradamente traduzida por costela. O nome Eva deriva do hebraico hav.váh, que significa "vivente", e teria sido dado pelo próprio Adão. No grego, é vertido por zoé, que significa "vida", e não "bios".

Adão e Eva foram colocados no Jardim do Éden para ali viverem e encherem a Terra com seus descendentes. Ambos, primeiramente Eva e depois Adão e teriam comido o fruto proibido da árvore da ciência (do "conhecimento do bem e do mal") criada por Deus, e após o ocorrido, de acordo com o relato bíblico, toda a humanidade ficou privada da perfeição e da perspectiva de vida infindável. Surgiria aqui para os judeu, muçulmanos e cristãos a noção de pecado herdado - tendência inata de pecar - e a necessidade de um resgate da humanidade condenada à morte. Após comerem do fruto proibido, Adão e Eva tiveram ciência de que andavam nus e por isso, esconderam-se ao notar a presença de Deus no Jardim do Éden. Deus expulsou-os do jardim do Éden, e deu-lhes roupas provinientes de pele animal.

Adão e Eva foram pais de Caim, Abel, Sete, entre outros filhos e filhas. Segundo o Gênesis 5:5, Adão teria vivido 930 anos, alcançando até Lameque, pai de Noé, a oitava geração de sua descendência.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ad%C3%A3o_e_Eva

JACÓ


INTRODUÇÃO

Neto de Abraão e filho de Isaque, Jacó foi um dos grandes patriarcas da nação de Israel. Na verdade, a nação em si foi nomeada com outro nome de Jacó: "Israel". Porém é o seu nome original - Jacó - que nos da uma idéia de seu caráter. Seu nome significa "enganador".

HISTORIA PESSOAL

A princípio, a vida de Jacó pode parecer sem graça, sendo que ele não fez muito mais que cuidar de seu gado e criar sua família. Porém se prestar atenção, você verá que sua vida foi cheia de dramas e conflitos entre ele e os membros de sua família e até entre ele e Deus. Sua história de vida é extraordinária desde o início.

COMEÇANDO UMA FAMÍLIA

Os capítulos 29 e 30, do livro de Gênesis, descreve o nascimento da maioria dos filhos de Jacó. Léia deu quatro filhos à Jacó: Ruben, Simeão Levi e Judá (Gênesis 29:31-35).

Raquel não havia tido filhos, então deu sua serva Bilá à Jacó. Bilá teve dois filhos Dã e Naftali (Gênesis 30:1-8). Vendo que não estava mais concebendo, Léia deu sua serva Zilpa à Jacó como esposa. Ela concebeu mais dois filhos a quem Léia chamou de Gade e Aser (Gênesis 30:9-13).

Porém Léia ainda queria ter mais filhos. Então um dia, ela elaborou um plano quando viu que seu filho mais velho havia achado algumas mandrágoras no campo. Ela trocou as mandrágoras (acreditava-se que estimulava a concepção) pelos serviços de Jacó (Gênesis 30:14-15). Léia então concebeu os filhos de número cinco e seis, Issacar e Zebulom, que logo seguiu ao numero sete, uma filha chamada Diná (Gênesis 30:14-21).

Por fim, Raquel concebeu seu primeiro filho, José (Gênesis 30:22-24).

JACÓ COMO NAÇÃO DE ISRAEL

Deus prometeu aos três principais patriarcas - Abraão, Isaque e Jacó - que ele faria de suas descendências uma grande nação e que daria a eles a terra de Canaã para que morassem. Porém foi pelo nome dado por Deus a Jacó, "Israel" que essa nação é conhecida.

Além disso, até o nome "Jacó" tem significado vasto na bíblia. Os escritores bíblicos usaram o nome "Jacó" como sendo a nação, por volta de uma centena de vezes (Salmos 59:13). O nome "Jacó", é constantemente achado em paralelo com "Israel" (Números 23:7). Mais especificamente, "Jacó" é usado como o reino do norte de Israel (Amós 7:5). Em Isaias 41:21 o título "Rei de Jacó" se refere ao próprio Deus.

A maneira que o nome de Jacó foi usado, reflete a importância que ele ocupa na história da nação como o pai das doze tribos.

Fonte: http://conhecendooevangelio.spaceblog.com.br/547062/Historia-sobre-Jaco-Patriarca-de-Israel/

ISAQUE


Isaque é um nome de origem hebraica que significa "ele sorri" ou "ele ri". Segundo a Bíblia, Isaque era o descendente de Abraão e Sara, e pai de Jacó e Esaú. É um dos três patriarcas do povo de Israel, Abraão, Isaque e Jacó. O dicionário de nomes próprios on line define que “Do original hebraico Yitzchaq, Isaque foi um nome relativamente comum durante a idade medieval, especialmente entre os judeus. A Reforma Protestante fez com que o nome passasse a ser mais popular também entre os cristãos”.



A história de Isaque começa a ser contada no capítulo quinze de Gênesis, primeiro livro da bíblia, quando mesmo em idade avançada, o Senhor promete um filho a Abrão. Sarai, sua esposa, não lhe dera filhos, e por isso pediu que Abrão possuísse sua serva egípcia Agar, a fim de terem filhos por este meio; em vista disso nasceu uma criança de nome Ismael. A convivência entre eles não era agradável, o que ocasionou a partida de Agar e Ismael para outras terras. Ismael, embora filho de Abrão, não era o filho da promessa do Senhor.


Quando Abrão atingiu noventa e nove anos, apareceu o Senhor e mudou seu nome para Abraão e mudou o de Sarai para Sara. Ocorreu que quando o Senhor disse dentro de um ano lhe daria um filho, Abraão riu. O mesmo ocorreu com Sara quando recebeu a notícia, por estarem em idade avançada. O nascimento de Isaque está ligado ao riso e não apenas faz alusão ao sorriso de Abraão e de Sara, mas também pode ser uma oração implícita de que Deus sorrirá para o filho deles e será generoso com ele.


De acordo com as escrituras, Abraão foi provado pelo Senhor quando Isaque ainda era criança. O Senhor pediu a Abrão a vida de Isaque como sacrifício “Toma teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes, que eu te mostrarei” (Gm 22:2) Tendo feito de acordo com o que o Senhor ordenou, pouco antes de sacrificar seu filho, um anjo bradou do céu e lhe disse “Não estendas a mão sobre o rapaz e nada lhe faças; pois agora sei que temes a Deus, porquanto não me negaste o filho, o teu único filho” (Gn 22:12).

Isaac foi o único patriarca bíblico que não deixou Canaã e o único que não teve o nome mudado. Foi também o patriarca de vida mais longa, morreu aos 180 anos.

Fonte:http://www.infoescola.com/biblia/isaque/

ABRAÃO


O primeiro dos patriarcas de Israel, nascido em Ur, chefe de um clã arameu, na Caldéia, que emigrou para Canaã. Um dos personagens mais importantes das religiões judaica, islâmica e cristã, pois representa para todas elas a transição da idolatria para a crença em um só Deus verdadeiro, e que segundo a Bíblia, no Gênesis, viveu cerca de 175 anos e foi o pai de Isaac. Depois que sua família mudou-se para o norte do país, ele recebeu uma revelação divina para deixar o país, tua parentela e a casa de teu pai, para seguir uma orientação divina. 

Com a esposa Sara, o sobrinho Ló e seus pertences, Abraão dirigiu-se a Canaã, a região indicada por Deus. Ali permaneceu até que um período de fome o levou ao Egito, onde fez fortuna antes de voltar algum tempo depois para Hebron, onde ergueu um altar ao Deus único (Javé), que renovou então suas promessas, entre as quais a de fazer dele o patriarca de uma imensa descendência. Sara revelou-se estéril, pelo que, em obediência às leis da época, entregou a Abraão sua escrava Agar, que dele concebeu e deu à luz Ismael. Os descendentes de Ismael, os ismaelitas ou agarenos,- viriam a ser os árabes. 

Quando Abraão e Sara já eram anciãos, nasceu-lhes Isaac, o herdeiro das promessas divinas. Deus pôs à prova a fé do patriarca ordenando-lhe que sacrificasse Isaac, ao que Abraão obedeceu prontamente. Um anjo, no entanto, deteve a mão de Abraão e substituiu o menino por um cordeiro, enquanto Deus prometia novamente a Abraão uma descendência que se multiplicaria como as estrelas do céu e como a areia que está na beira do mar. Abraão representa não apenas a origem de um povo eleito por Deus para renovar a humanidade, mas também o homem justo, profundamente fiel, cuja lealdade a Deus chegaria ao ponto de sacrificar o filho em obediência à ordem divina.

Fonte:http://www.brasilescola.com/biografia/abraao.htm

sexta-feira, 8 de maio de 2015

COMO PASSAR UM CAMELO PELO FUNDO DE UMA AGULHA

 
“As palavras ‘passar um camelo pelo fundo de uma agulha’ são uma expressão proverbial semelhante a várias outras usadas no mundo antigo para descrever uma impossibilidade”

Em Mateus 19:16-30 (ver também Mc 10:17-31; Lc 18:18-30) aparecem o relato do jovem rico, que não conseguiu se desvencilhar de suas posses materiais, e as declarações de Cristo sobre o perigo das riquezas. Depois que o jovem “retirou-se triste”, Cristo afirmou: “Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus” (Mt 19:22-24).

Alguns comentaristas bíblicos procuraram minimizar o efeito paradoxal da expressão “passar um camelo pelo fundo de uma agulha” reinterpretando o significado dos termos “camelo” e “fundo de uma agulha”. Por exemplo, há quem diga que a palavra “camelo” se refira aqui não ao próprio animal conhecido por esse nome, mas a um “cabo” ou “corda” de navio. Os defensores dessa teoria se baseiam no fato de que alguns manuscritos bíblicos, produzidos vários séculos depois de Cristo, trazem nesse verso a palavra “cabo” em vez de “camelo”. Como no original grego os termos “camelo” (kámelos) e “cabo” (kámilos) possuem certa semelhança entre si, é provável que alguns copistas e tradutores do Novo Testamento tenham substituído intencionalmente o termo “camelo” por “cabo”. Outra teoria popular pretende identificar o “fundo de uma agulha” com uma suposta portinhola lateral nos muros de Jerusalém, pela qual passavam os pedestres quando os grandes portões daquela cidade já estavam fechados. Embora as portinholas de algumas cidades mais recentes da Síria fossem denominadas de “olho da agulha”, não existem evidências de que esse era o caso com Jerusalém nos dias de Cristo. Como a teoria da portinhola surgiu séculos depois de Cristo, não cremos que Ele a tivesse em mente no texto em consideração.

As palavras “passar um camelo pelo fundo de uma agulha” são, sem dúvida, uma expressão proverbial semelhante a várias outras usadas no mundo antigo para descrever uma completa impossibilidade. Mesmo na literatura judaica posterior aparecem alusões ao “elefante” como incapaz de passar pelo fundo de uma agulha. Sendo que os discípulos estavam bem mais familiarizados com o camelo do que com o elefante, Cristo decidiu contrastar o maior dos animais da Palestina (o camelo) com o menor dos orifícios conhecidos na época (o fundo de uma agulha).

As tentativas de interpretar o “camelo” como um cabo e o “fundo de uma agulha” como uma portinhola acabam enfraquecendo, portanto, a força do argumento de Cristo. O texto de Mateus 19:16-30 deixa claro que o propósito de Jesus era levar Seus discípulos a entender a completa impossibilidade de alguém, semelhante ao jovem rico, ser salvo enquanto ainda apegado às suas riquezas. O problema não está nas riquezas em si, mas no apego indevido a elas. Mas quando o ser humano aceita o convite à renúncia de si mesmo (ver Mt 16:24-26), aquilo que é “impossível aos homens” se torna possível ao poder transformador da graça divina (Mt 19:26).
 
FONTE: Sinais dos Tempos, janeiro/fevereiro de 2003, p. 30
http://centrowhite.org.br/perguntas/perguntas-e-respostas-biblicas/o-paradoxo-da-agulha/

O QUE É CINGIR OS LOMBOS?



http://1.bp.blogspot.com/-pbENA5LJUA8/T8T9sbpkwEI/AAAAAAAAAF8/BJAgwMw8hco/s1600/yyyyyy.png

Há alguns dias eu me perguntava o que seria cingir os lombos, uma vez que era como eu deveria estar. Pensei, orei, estudei a Bíblia e soube que se tratava de amarrar o cinto da veste. Hoje lendo um livro, encontrei uma explicação boa, vou transcrever abaixo e depois referenciar devidamente os créditos de autoria. Eis a definição do que é cingir os lombos, seu significado, seu sentido e utilidade.

Cingir os lombos representa uma preparação para o trabalho 

Três mil anos atrás [...] as mulheres (e os homens) usavam roupas bem soltas. Para realizar trabalhos físicos precisavam segurar a roupa e prendê-la com um cinturão. Só assim poderiam movimentar-se livremente. Esse cinturão por cima da roupa era uma preparação necessária para o trabalho pesado e também para esforços prolongados.

O ato de cingir-se ou de prender a roupa com o cinturão era também um fator psicológico para o trabalho. Da mesma forma que colocar um avental, roupa de faxina, roupa de ginástica, roupa para pintar ou roupa para cuidar do jardim, ou até mesmo arregaçar as mangas, o ato de colocar o cinturão significava preparar-se para o trabalho. Esse ato preparatório e a roupa apropriada incentivavam a atitude de “Vamos lá!” em relação à tarefa do momento.
 http://www.aceros-de-hispania.com/imagen/armaduras-deepeeka/cinturon-romano-DP3869.jpg

O cinturão é um símbolo da força mental e física que é adquirida quando se entra na arena do trabalho.
 

Fonte: 
GEORGE, Elizabeth. Bela aos olhos de Deus. Campinas, SP: Editora United Press, 2002. p. 117. http://abibliaemcodigo.blogspot.com.br/2013/02/o-que-e-cingir-os-lombos-ha-alguns-dias.html